História
A teoria clássica originou-se na viragem do século 19, entre 1897 e 1902, a partir de pesquisas observacionais.
Hermann Swoboda, professor de psicologia da Universidade de Viena, que estava a investigar/estudar as variações periódicas de ataques febris, observou a possibilidade de alterações rítmicas no estado de espírito e saúde. Ele recolheu dados sobre a reacção à dor, surtos de ataques febris, doenças, asma, ataques cardíacos e sonhos recorrentes. Concluiu que havia um ciclo físico de 23 dias e um ciclo emocional de 28 dias.
Wilhelm Fliess, um otorrinolaringologista e conhecido numerólogo, de uma forma independente, estudava a ocorrência de ataques febris, doenças recorrentes e mortes nos seus pacientes. Também ele chegou à conclusão de que havia um ritmo de 23 dias e outro de 28 dias. As teorias de Fliess foram de grande interesse e importância para Sigmund Freud durante os seus primeiros estudos no desenvolvimento dos seus conceitos psicoanalíticos.
Alfred Teltscher, professor de engenharia da Universidade de Innsbruck, observou que os dias bons e maus dos seus alunos seguiam um padrão rítmico de 33 dias. Teltscher descobriu que a capacidade do cérebro para reter conhecimentos, a capacidade mental e o estado de alerta ocorriam em ciclos de 33 dias. Nos anos 20, o Dr. Rexford Hersey (psicólogo; Pensilvânia, América) também deu os seus contributos para a teoria clássica.
Estes três biorrítmos formam a teoria clássica. A teoria clássica tem sido estudada, especialmente na Alemanha, Japão e nos Estados Unidos, com resultados contraditórios. Há várias derivações modernas da teoria clássica.
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Extracto traduzido de:
http://en.wikipedia.org/wiki/Biorhythm |